SINTEGRAÇÃO DE ABERTURA

No dia 30/05, foi realizada na aula uma "experiência de sintegração" que foi inédita para grande parte da turma. Assuntos ,como por exemplos, objeto e não-objeto, interatividade interativa e não-interativa foram tratados. Primeiramente, vou falar um pouco sobre o que foi tratado e, posteriormente, como funcionou a dinâmica.

Conclui-se que o não objeto não tem e não deve ter uma função definida, ele exige alguma forma de interação que o permita assumir algumas funções. É comum a busca pela exploração estética desses não-objetos sem o objetivo de alcançar uma funcionalidade. Já o quase objeto é uma representação.

 A dinâmica funcionou da seguinte forma: inicialmente foi explicado aos alunos, a partir de exemplos, os papéis que cada um poderia assumir nas discussões. Então, foram divididos grupos que assumiriam algumas funções, sendo que no final, cada um deveria ter assumido todas algum momento, são elas: debatedores, que iriam discutir o tema, críticos, que iriam presenciar o debate e expor opiniões e observadores, que deveriam analisar e tomar notas de questões que chamaram mais a sua atenção.

O estilo da dinâmica possibilitou o desenvolvimento do senso crítico de nós, alunos, podendo ajudar na melhor compreensão dos assuntos tratados, já que éramos incentivados a compartilhar nossas ideias, mesmo que de princípio surgissem momentos de silêncio na sala de reunião. Aos poucos, opiniões iam surgindo e se complementando com novas outras. Confesso que no final da aula foram melhor esclarecidas com as conversas, mas a experiência de terem acontecido as rodadas de debate foram essenciais para apurar melhor as ideias.

Foram feitas algumas experiências estéticas em aula, bidimensionais (que restringe a interatividade) e tridimensionais, respectivamente. Onde havia apenas uma abstração por abstração , abriu portas para mais funções. A questão de como alcançar a interatividade também foi levantada, podendo ser pela promoção do desfoque da imagem/aparência  ou pela possibilidade de mexer e alterar a produção.

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