ANÁLISE SIGNIFICATIVA DOS OBJETOS EM DUPLA

 

Na aula do dia 18 de Abril foi realizada uma dinâmica na qual devíamos discutir sobre os objetos escolhidos que representavam cada aluno. A minha dupla foi a aluna Julia Ribeiro, seu objeto escolhido foi uma caneta e ao conversarmos Julia refletiu que quando observamos a caneta vemos algo simples, ela tem seu valor reduzido. Quando escrevemos com ela não percebemos toda a inspiração e avidez que apresenta por si própria, com toda sua espessura, peso, detalhes na ponta, tinta (podendo ser fluida ou porosa) pode expressar as palavras em um papel, fluindo graciosas ou para-las, impedindo um pensamento de se concluir, sendo ela a verdadeira responsável por dar início, fim ou vírgulas ao que precisa ser dito.

O objeto escolhido por mim foi um quadro, na verdade, os quadros da minha casa. Ao apreciarmos um quadro as vezes não o valorizamos ou o compreendemos diante do impacto que eles podem causar, não só como um objeto decorativo que produzem e preenchem o ambiente, mas os quadros podem contar histórias, proporcionar sensações e despertar memórias a quem o assiste, além de que existem diversas motivações por trás de quem o produz, pode ser um hobbie, uma espécie de terapia ou um ofício, existe toda uma história diante das produções artísticas, a tela se inicia em branco e vai sendo preenchida e interpretada.

Essa atividade nos fez perceber uma certa dependência a objetos, tanto por sua utilidade quanto por nosso apego emocional e similaridades com eles. Essas relação de dependência e similaridade é vista no texto "Animação Cultural" e no filme "O dilema das redes", que transmitem a importância dos objetos (mesmo sendo tecnológicos) , nossa dependência deles e não apenas que eles funcionam em nossa função.

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